Originalidade?

Minha história se fez e se refaz com resquícios de tudo que encontra minhas circunstâncias. O que se apresenta para minha representação pode (ou não), em maior ou menor relevância e intensidade, ser incorporado à forma com que entendo o mundo.
As tintas com as quais pinto as telas da minha existência são variadas. Algumas cores já foram utilizadas por muitos outros artistas e integram minhas obras por serem ainda vivas, intensas; outras matizes, por sua vez, são inéditas, mesclas de algumas cores que ninguém antes havia ousado em compor.
Se alguém sentir-se lesado por algum escrito, favor me comunicar por e-mail que tentaremos resolver isso.
Divirta-se ou se entristeça.
Boa viagem!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Receita para matar o amor

O amor nunca morre de morte natural.
Ele morre porque nós não sabemos como renovar a sua fonte.
Morre de cegueira e dos erros e das traições .
Morre de doença e das feridas;
morre de exaustão,
das devastações,
da falta de brilho.
Anais Nin
 
Retirado do blog 2 e dois são 5,
 
Se naturalmente o amor não morre, quem o mata somos nós. Lógico.
Motivos? Muitos.
Experimentemos não alimentá-lo, desprezar a cumplicidade.
Brincar de faz de conta, cair em tentação.
Ser indiferente.
Embrutecer...

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