Originalidade?

Minha história se fez e se refaz com resquícios de tudo que encontra minhas circunstâncias. O que se apresenta para minha representação pode (ou não), em maior ou menor relevância e intensidade, ser incorporado à forma com que entendo o mundo.
As tintas com as quais pinto as telas da minha existência são variadas. Algumas cores já foram utilizadas por muitos outros artistas e integram minhas obras por serem ainda vivas, intensas; outras matizes, por sua vez, são inéditas, mesclas de algumas cores que ninguém antes havia ousado em compor.
Se alguém sentir-se lesado por algum escrito, favor me comunicar por e-mail que tentaremos resolver isso.
Divirta-se ou se entristeça.
Boa viagem!

sábado, 4 de setembro de 2010

Não há 'um' ou 'o' modo de se fazer

De um livro chamado O Poder da Paciência, de M.J. Ryan, extraí algo que considero relevante.
Ao passo que mudarmos do julgamento para a compreensão, as coisas se tornarão outras. E isso é semelhante ao recorte que deixo abaixo:

Várias coisas chateavam e irritavam a autora porque ela acreditava que só há uma maneira de fazer as coisas: a dela própria.
"Dentro de mim há uma sabe-tudo que fica o tempo todo julgando as pessoas que me cercam. E não estou me referindo apenas a coisas importantes, como moralidade e ética. Estou dizendo que tenho a tendência de julgar negativamente alguém por parar em um sinal amarelo, por escolher um trajeto que eu acho mais longo, por só abrir a bolsa para pagar o supermercado depois de receber a nota! Com os outros, eu consigo até ser mais paciente. Mas quando se trata do meu marido, a sabe-tudo me domina e fico exasperada. Tudo precisa ser feito como eu quero, quando eu quero; caso contrário, fico danada.
Hoje consigo perceber que, quando somos racionais, podemos ver que existem muitas maneiras de fazer as coisas. As pessoas ao nosso redor são diferentes de nós, graças a Deus, e portanto é óbvio que irão agir de maneira diferente. De maneira diferente, e não melhor ou pior. Quanto menos tempo gastamos julgando-as, mais felizes ficaremos. Além disso, é sinal de respeito e valorização deixar que as pessoas ajam como querem e em seus próprios ritmos. Mostramos assim que sabemos que elas são capazes e que apreciamos suas habilidades."

Grande lição para quem estiver de coração aberto e de alma serena para absorvê-la.
Abraço.

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