Originalidade?

Minha história se fez e se refaz com resquícios de tudo que encontra minhas circunstâncias. O que se apresenta para minha representação pode (ou não), em maior ou menor relevância e intensidade, ser incorporado à forma com que entendo o mundo.
As tintas com as quais pinto as telas da minha existência são variadas. Algumas cores já foram utilizadas por muitos outros artistas e integram minhas obras por serem ainda vivas, intensas; outras matizes, por sua vez, são inéditas, mesclas de algumas cores que ninguém antes havia ousado em compor.
Se alguém sentir-se lesado por algum escrito, favor me comunicar por e-mail que tentaremos resolver isso.
Divirta-se ou se entristeça.
Boa viagem!

segunda-feira, 21 de março de 2011

CONVITE/DIVULGAÇÃO FILOSOFIA CLÍNICA

O Centro de Filosofia Clínica de Chapecó/SC, que atende as regiões oeste catarinense e norte gaúcha, terá momentos importantes de reflexão nos próximos dias.   

Está marcado para o próximo final de semana o Workshop "Filosofia Clínica aplicada aos negócios) - Parte II. O palestrante será o filósofo e fundador da Filosofia Clínica, Lúcio Packter. Conferencista com experiência no Brasil e no exterior, Packter abordará temas como tomada de decisão em momentos que aparentemente não apresentam alternativas, processo de comunicação, processos de mudança continuada, conceitos de saúde e doença segundo a Organização Mundial de Saúde e reflexões acerca deles, orientações práticas para uma boa qualidade de vida, entre outros. O evento é direcionado a empresários e executivos e ocorre nos dias 25, sexta (das 19h às 22h), e 26, sábado (9h às 12h), no Hotel Cel. Bertaso S/A (Av. Getúlio Vargas, 502, Centro, Chapecó/SC). O investimento é de R$ 450,00. Informações e inscrições com Jandira Bordin, (49) 3324 0310 - 8406 1083.

Também no dia 26, sábado, ocorre a aula inaugural da III turma de Pós Graduação em Filosofia Clínica. O curso é destinado a filósofos, para atuação filosófica-terapêutica, e a profissionais da saúde, educação, administração, etc., para utilização do conhecimento na vida pessoal e profissional em suas respectivas áreas. Os encontros acontecem com frequencia de um final de samana por mês em horário a combinar de acordo com as especificidades da turma. Para maiores informações, participe da aula inaugural, sábado à tarde na Av. Getúlio Vargas, 163 N - segundo piso, ou entre em contato com Adilson J. Zardo, (49) 9997 1771, ou com Jandira Bordin, 8406 1083.

Fica o convite para que busquem informações e participem!
É uma ótima oportunidade para ampliar os conhecimentos, dado que a aplicabilidade desta abordagem pode ser estentida para todas as esferas da vida.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Avante!

Nosso jeito de ser tem lá seus preços, negativamente falando.
Menos mau que também tem suas vantagens.
Particularmente, peco por excessos ou por faltas (essas que talvez não tenham nada a ver com omissões).
Mas me sinto VIVO sendo assim.
Prefiro viver por inteiro, independente de me dar bem ou de quebrar a cara.
Avante!
Abraço.  

quarta-feira, 16 de março de 2011

Atordoado*

Tem noites que o sono é leve, fazendo a pessoa acordar o tempo todo.
A noite passada foi assim.
Tem manhãs que a vontade é de não sair da cama.
Essa manhã foi assim.
Tem dias que no almoço a fome não vem.
Ao meio-dia foi assim.
Tem tardes que desgastam muito e demoram a passar. 
E assim está sendo...
O pensamento desanda em idéias complexas.
Isso denuncia que estou atordoado.
Mas isso passa. Ah, se passa!

"E agora o que sobrou? Tristeza é o que ficou.
Achar uma maneira de sair daqui, sair daqui.
Atordoado ele se foi dizendo que não aguentou cobranças de um mundo o qual não entendeu jamais.
Atordoado ele se foi. Parece que não mais voltou. Desistiu de tentar mais uma vez aqui"
*Atordoado, CPM 22.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Eu aproveito minha vida

Qualidade de vida nunca esteve tão em voga quanto atualmente. É bom ter uma alimentação saudável, com frutas, legumes e verduras, ter um bom período de sono para recarregar as energias, ter momentos de lazer e de entretenimento, praticar esportes, curtir a família, etc. e tal. Isso possibilita que o estresse fique mais distante e, cá entre nós, dá um colorido diferente à vida.
Mas, porém, todavia, entretanto... chutar o balde às vezes faz tão bem quanto seguir o protocolo de uma vida regrada. Que tal um churrasco com os amigos ou com a família, aquela cervejinha gelada (depois do almoço, pois com os petiscos tem a tradicional caipirinha)? E uma pizza com refrigerantes? Pipocas, cafés, doces (principalmente chocolates)? Chega dar água na boca, não? E aí se vai a regrinha da alimentação saudável. E para bagunçar com o organismo que tal dormir tarde, acordar cedo, se alimentar fora de horário...

Eu cuido de mim. Qualidade de vida para mim é, sim, essencial*. Não que eu pense em longevidade, pelo contrário: penso em aproveitar cada momento da minha vida. Então quando a morte rondar ou até mesmo me chamar poderei sorrir para ela e dizer:
- Sim, eu estou pronto. O que fiz aqui e até agora valeu a pena. Vamos?         

*Não tenho pretensão alguma de me vangloriar do estilo de vida que levo. Eu aproveito ao meu jeito, segundo minhas singularidades. E o que é essencial para mim pode perfeitamente ser descartável ou patético para outras pessoas. Então, vivamos cada um à sua maneira... E vida a vida!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Turn around + exercícios existenciais

5ª faixa (cover do Devo) do álbum Incesticide da banda Nirvana.

"Dê um passo pra fora de você,
e então vire-se.
Dê uma olhada no que você é.
É apavorante,
tão bobo.
É revoltante.
Você não é grande coisa,
se é que você é alguma coisa."
 
Exercício I: Qual a imagem que você tem de si mesmo(a)?
Exercício II: Fazendo das três primeiras linhas da música um enunciado, como você se viu?
Exercício III: É bom tomar ciência que a imagem que você tem de si mesmo(a) pode não ser aquilo que você é (e, de fato, não é).
Compartilhar ou não as experiências dos exercícios fica a critério de cada um. 
 
Abraço.

quinta-feira, 3 de março de 2011

"Tabuf"

Se alguém souber da origem desta palavra, por favor me comunique. Creio que será difícil...
Em tempos de escola, no ensino fundamental ainda, fazíamos uma brincadeira que era top.
Funcionava assim: você pactuava que iria participar e consentia com os riscos e consequências da brincadeira. Esta consistia em tomar a caneta da mão de qualquer um dos participantes pronunciando a palavra tabuf. Então a professora dando lição, escrevendo no quadro, ditando alguma coisa e, de repente, tabuf!
Analisando agora, passado um bom tempo, parece até idiotice. Mas na época era a sensação do momento. Alguns colegas tinham tantas canetas que nem no estojo cabiam.
Hoje eu me pergunto: como pode aprender alguma coisa com a cabeça e os olhos na caneta do outro ou vigiando a sua própria?
Bons tempos aqueles que a maior preocupação era com as canetas....

quarta-feira, 2 de março de 2011

Aconteceu*



*Ludov - Aconteceu

Essa me vem à cabeça quando a maré é boa ou quando há tempestades (isso tudo dentro de mim). Incrível.
Espero que alguém da face da terra goste.

terça-feira, 1 de março de 2011

Sentimento do dia:

Eu e um grão de areia
não fazemos
diferença alguma nesse mundo.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Eu estou vivo!

Sim, eu estou vivo!
Minha ausência se deu por eu estar de mudança. Tudo bem que foi de uma casa para a casa do lado, mas mudança dá uma bagunça danada.
Além disso, saí de férias. Ninguém é de ferro, né?! E férias para mim só é férias se esquecer do relógio, se não tiver hora para acordar, para comer, para dormir e compromisso algum. Nisso está implícito nada de preocupações com celular, e-mails, etc. e tals...
Peço desculpa pela ausência à meia dúzia de pessoas que me leem. Quanto aos blogs que sigo, estou tratando de ler as postagens que deixei de conferir.
E segue a vida. Idas e vindas, altos e baixos, encontros e desencontros, amores e desamores...
Abraço de paz.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

The Soloist (O Solista)

The Soloist (O Solista) é um livro, que também virou filme, no qual Steve Lopez, colunista/escritor do Los Angeles Times, discorre sobre sua experiência de ter conhecido Nathaniel Ayers, um sem-teto que conhecera quando buscava algo para ser tema de sua coluna. Nathaniel vivia apenas com um carrinho de supermercado e tocava seu violino de duas cordas; ele é ex-aluno da Juilliard, a melhor escola de música dos EUA e referência mundial. Afastado de tudo e de todos por ter uma mente esquisofrênica, Nathaniel cria laços de amizade com Lopez – o que inspira várias colunas deste no LA Times, o livro e o filme.


"Se formos apenas uma sociedade de comércio e negócios,
política, guerra e tecnologia, então não temos alma."
Gary Foster, produtor do filme The Soloist.

Fica a dica...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Caminhos tortos

Às vezes
precisamos nos perder
para sabermos aonde realmente
queremos chegar.
Então saberemos
o ponto em que estamos
e o que temos que fazer
para de fato chegar. 
E é hora
de nos perdermos
 novamente.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Onde vamos parar?

"A modernidade foi responsável por uma série de mudanças na nossa forma de ver e sentir o mundo. A revolução tecnológica inundou de conforto nossas vidas. Dispomos de uma imensa variedade de coisas que facilitam nosso dia a dia, porém não encontramos tempo disponível para cultivarmos o nosso lado afetivo. O convívio reconfortante com a família, os amigos e o amor romântico parecem ser coisas do passado, algo lembrado com nostalgia, mas avaliado como utopia nos dias atuais. O desenvolvimento econômico nos tempos modernos fundamenta-se na crença cega de que não podemor "parar" nunca: há sempre o que aprender, conquistar, possuir, descobrir, experimentar... Nada nem ninguém é capaz de nos satisfazer plenamente, pois sempre há novas possibilidades para serem testadas na conquista da tal realização pessoal.
A realização proposta por nossa sociedade só pode ser de aspecto material, pois afetos verdadeiros não podem ser adquiridos nem substituídos na velocidade que nossos tempos preconizam. A cultura do individualismo e o desejo de conseguir bem-estar material a qualquer custo têm provocado erosão dos laços afetivos dentro da nossa sociedade. Com isso, virtudes como a honestidade, a reciprocidade e a responsabilidade com os demais caem em total descrédito. E assim, repletos de conforto e tecnologia, acabamos por nos tornar cada vez mais sozinhos e menos comprometidos com nossos semelhantes." (p. 215-216)

"O saber e o ser já foram bens de alto valor moral social. Hoje vivemos os tempos do ter, em que não importa o que uma pessoa saiba ou faça, mas sim que ela tenha dinheiro (de preferência muito) para pagar por sua ignorância e por suas falhas de caráter." (p. 180)

Constatação de Ana Beatriz Barbosa Silva em Mentes Perigosas - O Psicopata Mora ao Lado, Ed. de bolso, Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.

E a minha perguntinha: onde vamos parar? Ou lê-se ao invés dela: o que estamos nos tornando?

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Quem nunca levou uma queda de bicicleta?

Existem coisas quase que universais. Na minha opinião, cair de bicicleta é uma delas. Ou você cai aprendendo a se equilibrar ou, mais tarde, peca por excesso de confiança e então... E são tantos os tipos de quedas que algumas deixam marcas para a vida toda, tanto no corpo, quanto na memória. 

Por volta dos 10, 12 anos de idade eu tinha uma BMX-Monark e estava gostando da idéia da adrenalina, rampar, fazer manobras, descer lombas sem frear. Volta e meia eu caía, me ralava um pouco, mas olhava ao redor, sacudia a poeira e continuava com a empreitada. Mas nessa queda - a que lembro até hoje e, provavelmente, nunca deixarei de lembrar (a menos que daqui a alguns anos o alemão Alzheimer venha me visitar) - foi diferente.  

Cheguei em casa todo machucado, mas machucado mesmo! Então minha mãe, depois das costumeiras palavras "eu avisei", "você não me escuta" etc. e tal passou pomada nas pancadas, me deu antiinflamatórios, me mandou para o banho, para depois fazer curativo nas escoriações, e preparou um sanduíche que ela sabia que eu amava (e que talvez iria camuflar um pouco a dor).
Banho tomado, estava eu cheio de "ai-ai-ai", meio robótico, dor aqui, dor acolá e minha mãe caprichando nos curativos.
Devorado o sanduíche, fui escovar os dentes. Só que algo estava errado.

Quando olhei no espelho faltava um dente que eu tinha certeza que antes da queda estava lá.
Corri para mostrar para minha mãe. Ela afirmou que depois da queda ele também estava lá. Já que ela fizera um raio x, olhando dos pés à cabeça para ver os resultados do tombo, provavelmente ela havia mesmo visto meu ex-dente na minha boca.
Até hoje isso é uma incógnita. Nossa tese, minha e da minha mãe, é que na queda eu bati a boca e isso afrouxou o dente. Então na empolgação com o sanduíche, provavelmente eu acabei engolindo o dente.

Deve ser por isso que tenho probelmas intestinais até hoje. Heheheh

E, conforme o título da postagem, quem nunca levou uma queda de bicicleta?

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Aprendendo na fila

Na fila do correio ouço atento um homem ao telefone, aparentando serenidade:

- Fica tranquilo. Convida um amigo, uma amiga, alguém que você conhece, sei lá, para ir a uma sorveteria. E não esquenta. A vida da gente é cheia de decepções mesmo, ou é no trabalho, ou é nos relacionamentos e tudo mais. A gente só tem que ser forte, porque senão o coraçãozinho da gente sofre mesmo.

Precisa explicar alguma coisa?

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O bem e o mal*

"[...]Resolvi fazer uma pesquisa pra saber exatamente o que eu sentia por você. Fiquei confuso e transtornado quando descobri que não havia mas nada a se fazer.
E uma voz no meu ouvido direito insistia em me fazer seguir em frente. Enquanto a voz do outro ouvido me orientava a ser mais resistente.

É a dúvida entre o que é realmente bom e o que é realmente ruim, porque o certo pra você pode não fazer o mesmo efeito em mim.
E se tratando de habitantes do mesmo planeta isso pode ser fatal. É a escolha entre seguir com o bem sem saber direito o que é o mal[..]."

*Detonautas Roque Clube
pêésse: correria! Só mesmo com música pra não dar "tilti"...

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Simples assim

Que 2011 seja simples assim para todo mundo
(tá bom, sei que não tem como, que é utopia,
mas deixa eu sonhar).
A imagem foi copiada do post 2011 do Blog Versos Íntimos, da Janaína

Tem um "arthur" aí no meio que não sei do que se trata. Tem uma "megasena" que ma ajudaria muito em se tratando de grana, mas creio que estragaria minha vida (ainda não aprendi a lidar com as cifras - rs). E tem também "igualdade" que não pode ser aplicada simplesmente porque não somos iguais, somos seres biopsicossociais com oportunidades diferentes e uma gama de outros fatores que nos tornam únicos, singulares, inigualáveis.

Abraço.  

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Não esquece

(ele) - Então tá, amor.
(ela) - Não esquece.
(ele) - De te ligar depois?
(ela) - Não. Que eu te amo.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

FILHOS DA PUTA!

Desculapem-me a revolta. Mas não dá pra passar em branco. Não tem como não de xingar esses filhos da puta!!!
Corja de ladrões descarados, roubam a nação e cagam para as necessidades do povo. 
Filhos da puta². 
Esses filhos da puta engravatados, ladrões camuflados vão ganhar 26 mil reais por mês, cerca de 320 mil reais num ano. Tem gente que na vida toda não ganha essa grana.
E os otários brasileiros preocupados com futebol, novelas e outras merdas nem ligam pra isso.
Povo cego, manipulado. E o pior: sem reação, indiferente.
Tô caindo fora do blog por uns dias.
Feliz natal? Bom 2011? Pra puta-que-o-pariu! Abre o olho. A realidade chama...

Em uma votação relâmpago, o Senado aprovou nesta quarta-feira, 15, o projeto que concede aumento de 61,83% no salário dos próprios senadores e dos deputados federais, de 133,96% no valor do vencimento do presidente da República e de 148,63% no salário do vice-presidente e dos ministros de Estado. A proposta foi aprovada no inicio da tarde pelos deputados e não aguardou nem uma hora para ser votada pelos senadores. Esse projeto iguala os salários de deputados e senadores, do presidente da República, do vice e dos ministros. Todos eles passarão a receber R$ 26.723,13 por mês, mesmo valor do salário do ministro do Supremo Tribunal Federal e que serve como teto do funcionalismo público.

O novo salário entrará em vigor em 1º de fevereiro de 2011. Apenas a senadora Marina Silva (PV/AC) e o senador Álvaro Dias (PSDB/PR) se manifestaram contra a proposta. Marina acha injusto os parlamentares receberem reajustes muitas vezes superiores aos dos demais servidores públicos do País. Já Álvaro Dias defendeu que o reajuste deveria implicar na extinção da perda da verba indenizatória de R$ 15 mil que cada um deles recebe mensalmente para custear gastos no exercício do mandato nos Estados.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Uma Outra Estação

Quem nunca ficou com uma música o dia toda na cabeça? Volta e meia resmungando os arranjos, assoviando o refrão...
Pois eu fiquei com o álbum da Legião Urbana, Uma Outra Estação. Foi como se Renato Russo estivesse na mesa ao lado conatando para mim, quase sussurrando. Dia cinza, alguns dilemas para resolver... acho que influenciou. Quem conhece o álbum sabe do que estou falando.

"Não me digam como devo ser.
Gosto do jeito que sou.
Quem insiste em julgar os outros sempre tem alguma coisa pra esconder.
Teu corpo alimenta meu espírito.
Teu espírito alegra minha mente.
Tua mente descansa meu corpo.
Teu corpo aceita o meu como a um irmão.
Longe longe, estou em outra estação."

Ou então:

"Trouxe flores mortas pra ti.
Quero rasgar-te e ver o sangue manchar.
Toda a pureza que vem do teu olhar eu não sei mais sentir."

Ou:

"Quem inventou o amor?
Me explica por favor!"

Também:

"Volta pro esgoto baby, vê se alguém lhe quer."

Chega!
Não são só essas canções, tampouco só esse álbum. Essa banda vive visitando os porões da minha memória e injetando algo em meu coração. Isso se espalha por minhas veias com uma velocidade incrível. E eu vou pra looooonge...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Instinto Selvagem*

E
quando quem mais anda contigo
são seus tênis?
Pisados, surrados, estraçalhados e não ligam para isso.

E
quando quem mais fica contigo
é você mesmo?
Às vezes por opção, às vezes por falta de opção.

E
quando quem mais ouve seus desabafos
é o seu cão?
Que te olha como se fosse resolver todos os teus problemas.

* Música do Capital Inicial
"[...] Quando os dias são só datas nos jornais
E horas e minutos são iguais
Se seus amigos não te dizem nada demais
Quando tudo vira um enorme tanto faz [...]"