Originalidade?

Minha história se fez e se refaz com resquícios de tudo que encontra minhas circunstâncias. O que se apresenta para minha representação pode (ou não), em maior ou menor relevância e intensidade, ser incorporado à forma com que entendo o mundo.
As tintas com as quais pinto as telas da minha existência são variadas. Algumas cores já foram utilizadas por muitos outros artistas e integram minhas obras por serem ainda vivas, intensas; outras matizes, por sua vez, são inéditas, mesclas de algumas cores que ninguém antes havia ousado em compor.
Se alguém sentir-se lesado por algum escrito, favor me comunicar por e-mail que tentaremos resolver isso.
Divirta-se ou se entristeça.
Boa viagem!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

"Atitude e consciência é conhecimento"

Você acorda todas as manhãs para trabalhar,
faça sol ou faça chuva...
Você tem seus compromissos financeiros para cumprir...
Você acha que a vida é só isso? Sim, é isso também;
mas ela é muito mais.
Não se cale.
Não deixe de contestar.
Não deixe de se indignar.
É foda, sim! Mas não deixe que te façam uma lavagem cerebral.
Não seja um alienado.
Não seja apenas mais um.
Diferencie-se da manada.
Faça a diferença.
Ou ao menos TENTE!

Embalado pelo novo som do Detonautas Roque Clube, Back´n´black

"Censura, boicote, alienação
Querem jovens idiotas pro futuro da nação"

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O instinto do amor

Já ouvi várias vezes que quando duas pessoas passam só brigando, com intrigas aqui e acolá, provavelmente é porque está rolando um sentimento entre elas. Assistindo Dr. House pude pensar mais a respeito depois do que segue:

“O instinto do amor para com um objeto exige dominá-lo para obtê-lo.
E se uma pessoa sente que não pode controlar o objeto ou se sente ameaçada por ele, ela age negativamente para com ele”.
Dra. Cameron, citando Freud em um jantar romântico com Dr. House,
no episódio “O amor dói”, primeira temporada da série.

Foi como uma complementação ou prova ao que o senso comum há muito me indicara...

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Para absorver e praticar

Muita luz,
muito amor,
muita paz,
saúde,
muita harmonia,
energias positivas,
criatividade,
união,
respeito.
Que seus sonhos se tornem reais.
Que vocês tenham sempre força para seguir em frente,
para ultrapassar todas as barreiras,
todos os obstáculos de cabeça erguida
e honestamente.
O amor é única revolução verdadeira,
a única revolução verdadeira é o amor.

Tico Santa Cruz, ao final da música Você me faz tão bem, encerrando o show Acústico Rock dos Detonautas.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Definição de fé

Ontem eu estava ouvindo o Pretinho Básico, programa de entretenimento da Rádio Atlântida, do Grupo RBS, quando o assunto em pauta passou a ser a fé. Cada integrante deu sua opinião e Everton Cunha, o Mr. Pi, deu a seguinte definição:
Fé nada mais é do que a crença em algo que não existe.

[*faz sentido - pensativo] 

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Renova-ação

É tempo de renovação. Que isso ocorra para todos. 
E que valha também para as ações, pois de boas intenções o mundo está farto.
Que possas renovar suas ações e praticar o que habita em seu coração.
Não desperdice essa chance, hein?!
Uma Páscoa cheinha de renova-ação para todos.
Abraço fraterno.

Vou ficar uns dias afastado.
Tenho que pintar os ovos e depois descolorí-los.
=) 

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sala de aula II

Complementado o que foi dito em "Sala de aula I": a educação brasileira está sucateada. E isso não é novidade para ninguém. Ou será que o discurso meramente político de que os dados apontam para melhorias neste setor esá convencendo a população?
Qualidade? O que é isso para os governantes? A preocupação deles é com estatísticas. Então tem avaliações de tudo quanto é ordem e para tudo quanto é modalidade. E o mais incrível é que, não sei como, tais dados indicam que o Brasil está melhorando no ranking dos países com uma suposta educação qualificada. Qualificada pra que? 

Peguemos nossos hermanos argentinos e vejamos quantos livros um universitário de lá lê em um ano. No mínimo o dobro ou o triplo de um acadêmico brasileiro. Tudo bem, há quem diga que conhecimento não se adquire apenas nas páginas de livros. Concordo plenamente. Mas o fato é que não se vai muito longe sem leitura, sem ampliar horizontes. E olha que estamos comparando aos nossos vizinhos sulamericanos. Se olharmos os índices de um país mais desenvolvido seremos massacrados, dando vexame, passando vergonha...

Tenho percebido que acadêmicos estão passando pela graduação e ganhando diplomas de presente. Ou melhor, comprando diplomas. Aliás, muito bem pagos, por sinal. Os de universidades e faculdades privadas pagando com seu próprio dinheiro; os de instituições públicas ou bolsistas de programas federais, com o nosso.
Quando no escrito anterior comentei sobre os reflexos futuros de uma formação precária, me referi aos desafios de uma sociedade que terá profissionais inseguros, incompetentes, fingindo saberem o que, na verdade, ignoram, não sabem. Aí vem aquele crítico e diz que a teoria não necessariamente tem a ver com a prática ou que a pessoa pode ser um bom estudante e um péssimo profsissional ou vice-versa. Perfeito. Também compactuo com essa teoria. Porém, a prática tem que estar fundamentada em algo. Se não numa sólida formação, de onde virão os conhecimentos necessários para o exercício da profissão? Iluminação divina? 
Dias atrás vi uma notícia de acadêmicos do curso de Direito de uma renomanda Universidade aqui do Rio Grande do Sul que compraram, vejam bem, Trabalhos de Conclusão de Curso. Como se não bastasse isso, os trabalhos comprados eram plágios, já haviam sido defendidos e publicados por outras pessoas. Dá para acreditar? Sim, quem convive com o dia-a-dia da educação sabe que é perfeitamente concebível que isso aconteça. A maioria dos alunos não leem. Alguns até leem muita coisa, mas não sabem interpretar o que acabaram de ler. Talvez por isso são poucos os que escrevem de forma correta. E, volto à minha inquietação, isso terá reflexo em nossa sociedade. Como serão os professores, médicos, enfermeiros, advogados, cientistas, engenheiros, arquitetos e tantos outros profissionais indispensáveis para nós? Ah, e claro, não dá para deixar de lado: como serão nossos políticos, as pessoas que ditam os rumos da nação?

Até uma próxima...

Abraço.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Mais um prêmio

Acabei de ganhar um prêmio! Mais um...
Abri meu e-mail e verifiquei a notificação de uma empresa que disse ter feito um sorteio aleatório entre 50 mil usuários. Adivinha quem ganhou o prêmio? Ah, claro! O cara mais sortudo que o mundo já viu.
O melhor é que posso escolher entre computadores, i-pods, i-phones, celulares, entre tantas outras coisas que nem sei o nome.
É só clicar ali naquele link que vai infectar até as paredes do quarto e, pronto! Estará tudo consumado e em dias o prêmio estará no meu endereço.
Fácil, né!?
Detalhe: nunca tive nenhum contato com a empresa que gentilmente me premiou.
Droga de lixo eletrônico!
Entre o prêmio oferecido pela empresa e o prêmio de continuar utilizando meu computador, optei por este último. Ao menos vou poder utilizar a máquina para fazer minhas coisas...e talvez continuar sendo premiado por sei lá quem por um bom tempo ainda...

sexta-feira, 8 de abril de 2011

É assim mesmo!

Para quem lembrou, obrigado.
Para quem não lembrou, tudo bem.
Afinal, aniversário é assim mesmo!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Sala de aula I

Não é regra, mas geralmente o professor que tem um bom olhar pode antever qual será o futuro de determinado aluno. Não, o professor não é vidente e muitas vezes quebra a cara com relação a isso. Claro, às vezes tem um Joãozinho ou uma Mariazinha que não quer nada com nada em sala de aula, mas acaba conseguindo um bom emprego, um cargo legal, grana, reconhecimento, etcétera e tal. Afinal, uma coisa não necessariamente tem a ver com a outra.
Pois bem, uma das abordagens que trabalho me permite comentar alguns aspectos práticos. Assim como cada pessoa tem suas singularidades, cada turma também tem seus jeitos e trajeitos. É digno de mérito o professor que consegue fazer esta leitura, pois a partir dela é que serão elaborados os conteúdos a serem trabalhados (respeitando a legislação e o que estabelece a instituição) e as formas que isso será feito. Portanto, de acordo com esta abordagem o que funciona com uma turma pode não ser funcional, ser frustrante com outra. Não precisa muito esforço para compreender isso.
O fato é que em muitas ocasiões o professor faz a leitura da turma, estuda as melhores maneiras de passar seu conteúdo para a mesma, planeja aula e ainda cria um coringa, um plano B para ser utilizado se as coisas não saírem muito bem na execussão do que foi teorizado. Mesmo com essas artimanhas todas, tem muitas vezes que o resultado não é nem perto de 1/3 daquilo que se esperava. 
Motivos para isso? Muitos. Dentre eles, talvez a falta de comprometimento e de vontade de aprender de muitos alunos seja a mais gritante.
Aí, meus queridos, não tem poção mágica, varinha de condão, fé, ou qualquer outra coisa que resolva. 
Minha esperança é que os docentes não percam a esperança e a persistência, apesar de todas os contratempos que encontram diariamente, e mantenham a serenidade para desempenhar sua tarefa de extrema relevância social. Espero também que os estudantes (o que serve também para alguns professores) consigam se conscientizar que isso pode ter fortes impactos num futuro próximo.
Voltarei a escrever sobre isso, no Sala de aula II.
Abraço de paz.  

quarta-feira, 30 de março de 2011

Direto ao ponto

Às vezes dói quando alguém é direto conosco e bate com a verdade em nossa cara ou em nosso coração, dizendo coisas que não esperávamos ou pensávamos não merecer. Mas, pensando bem, tem coisa melhor que isso? A partir daí podemos podemos ponderar muita coisa e crescer, amadurecer, mudar.
De forma parecida, tão bom poder jogar limpo, bater no peito e jogar verdades no ventilador para que elas se espalhem pelos cantos, sem rodeios, sem meias-palavras.

"A verdade quase nunca é apreciada.
E no entanto se ganha muito tempo
e se evita muita conversa fiada falando a verdade".
Dr. Franklin, personagem de Agatha Christie em Cai o Pano
edição especial, traduzida por Clarice Lispector, Rio de janeiro: Nova Fronteira, 2009, p.165

sexta-feira, 25 de março de 2011

Escolhas e renúncias

"Cada minuto que fechamos os olhos,
perdemos 60 segundos de luz."
Gabriel Garcia Marques

Embalado por Charlie Brown Jr. - Lutar pelo que é meu



quinta-feira, 24 de março de 2011

Toda hora é hora de lembrar*


A letra da música diz muuuita coisa sobre o assunto.
Serenidade à raça humana,
a única que se refere aos homens.
Paz!
*Racismo é Burrice, Gabriel, O Pensador

segunda-feira, 21 de março de 2011

CONVITE/DIVULGAÇÃO FILOSOFIA CLÍNICA

O Centro de Filosofia Clínica de Chapecó/SC, que atende as regiões oeste catarinense e norte gaúcha, terá momentos importantes de reflexão nos próximos dias.   

Está marcado para o próximo final de semana o Workshop "Filosofia Clínica aplicada aos negócios) - Parte II. O palestrante será o filósofo e fundador da Filosofia Clínica, Lúcio Packter. Conferencista com experiência no Brasil e no exterior, Packter abordará temas como tomada de decisão em momentos que aparentemente não apresentam alternativas, processo de comunicação, processos de mudança continuada, conceitos de saúde e doença segundo a Organização Mundial de Saúde e reflexões acerca deles, orientações práticas para uma boa qualidade de vida, entre outros. O evento é direcionado a empresários e executivos e ocorre nos dias 25, sexta (das 19h às 22h), e 26, sábado (9h às 12h), no Hotel Cel. Bertaso S/A (Av. Getúlio Vargas, 502, Centro, Chapecó/SC). O investimento é de R$ 450,00. Informações e inscrições com Jandira Bordin, (49) 3324 0310 - 8406 1083.

Também no dia 26, sábado, ocorre a aula inaugural da III turma de Pós Graduação em Filosofia Clínica. O curso é destinado a filósofos, para atuação filosófica-terapêutica, e a profissionais da saúde, educação, administração, etc., para utilização do conhecimento na vida pessoal e profissional em suas respectivas áreas. Os encontros acontecem com frequencia de um final de samana por mês em horário a combinar de acordo com as especificidades da turma. Para maiores informações, participe da aula inaugural, sábado à tarde na Av. Getúlio Vargas, 163 N - segundo piso, ou entre em contato com Adilson J. Zardo, (49) 9997 1771, ou com Jandira Bordin, 8406 1083.

Fica o convite para que busquem informações e participem!
É uma ótima oportunidade para ampliar os conhecimentos, dado que a aplicabilidade desta abordagem pode ser estentida para todas as esferas da vida.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Avante!

Nosso jeito de ser tem lá seus preços, negativamente falando.
Menos mau que também tem suas vantagens.
Particularmente, peco por excessos ou por faltas (essas que talvez não tenham nada a ver com omissões).
Mas me sinto VIVO sendo assim.
Prefiro viver por inteiro, independente de me dar bem ou de quebrar a cara.
Avante!
Abraço.  

quarta-feira, 16 de março de 2011

Atordoado*

Tem noites que o sono é leve, fazendo a pessoa acordar o tempo todo.
A noite passada foi assim.
Tem manhãs que a vontade é de não sair da cama.
Essa manhã foi assim.
Tem dias que no almoço a fome não vem.
Ao meio-dia foi assim.
Tem tardes que desgastam muito e demoram a passar. 
E assim está sendo...
O pensamento desanda em idéias complexas.
Isso denuncia que estou atordoado.
Mas isso passa. Ah, se passa!

"E agora o que sobrou? Tristeza é o que ficou.
Achar uma maneira de sair daqui, sair daqui.
Atordoado ele se foi dizendo que não aguentou cobranças de um mundo o qual não entendeu jamais.
Atordoado ele se foi. Parece que não mais voltou. Desistiu de tentar mais uma vez aqui"
*Atordoado, CPM 22.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Eu aproveito minha vida

Qualidade de vida nunca esteve tão em voga quanto atualmente. É bom ter uma alimentação saudável, com frutas, legumes e verduras, ter um bom período de sono para recarregar as energias, ter momentos de lazer e de entretenimento, praticar esportes, curtir a família, etc. e tal. Isso possibilita que o estresse fique mais distante e, cá entre nós, dá um colorido diferente à vida.
Mas, porém, todavia, entretanto... chutar o balde às vezes faz tão bem quanto seguir o protocolo de uma vida regrada. Que tal um churrasco com os amigos ou com a família, aquela cervejinha gelada (depois do almoço, pois com os petiscos tem a tradicional caipirinha)? E uma pizza com refrigerantes? Pipocas, cafés, doces (principalmente chocolates)? Chega dar água na boca, não? E aí se vai a regrinha da alimentação saudável. E para bagunçar com o organismo que tal dormir tarde, acordar cedo, se alimentar fora de horário...

Eu cuido de mim. Qualidade de vida para mim é, sim, essencial*. Não que eu pense em longevidade, pelo contrário: penso em aproveitar cada momento da minha vida. Então quando a morte rondar ou até mesmo me chamar poderei sorrir para ela e dizer:
- Sim, eu estou pronto. O que fiz aqui e até agora valeu a pena. Vamos?         

*Não tenho pretensão alguma de me vangloriar do estilo de vida que levo. Eu aproveito ao meu jeito, segundo minhas singularidades. E o que é essencial para mim pode perfeitamente ser descartável ou patético para outras pessoas. Então, vivamos cada um à sua maneira... E vida a vida!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Turn around + exercícios existenciais

5ª faixa (cover do Devo) do álbum Incesticide da banda Nirvana.

"Dê um passo pra fora de você,
e então vire-se.
Dê uma olhada no que você é.
É apavorante,
tão bobo.
É revoltante.
Você não é grande coisa,
se é que você é alguma coisa."
 
Exercício I: Qual a imagem que você tem de si mesmo(a)?
Exercício II: Fazendo das três primeiras linhas da música um enunciado, como você se viu?
Exercício III: É bom tomar ciência que a imagem que você tem de si mesmo(a) pode não ser aquilo que você é (e, de fato, não é).
Compartilhar ou não as experiências dos exercícios fica a critério de cada um. 
 
Abraço.

quinta-feira, 3 de março de 2011

"Tabuf"

Se alguém souber da origem desta palavra, por favor me comunique. Creio que será difícil...
Em tempos de escola, no ensino fundamental ainda, fazíamos uma brincadeira que era top.
Funcionava assim: você pactuava que iria participar e consentia com os riscos e consequências da brincadeira. Esta consistia em tomar a caneta da mão de qualquer um dos participantes pronunciando a palavra tabuf. Então a professora dando lição, escrevendo no quadro, ditando alguma coisa e, de repente, tabuf!
Analisando agora, passado um bom tempo, parece até idiotice. Mas na época era a sensação do momento. Alguns colegas tinham tantas canetas que nem no estojo cabiam.
Hoje eu me pergunto: como pode aprender alguma coisa com a cabeça e os olhos na caneta do outro ou vigiando a sua própria?
Bons tempos aqueles que a maior preocupação era com as canetas....

quarta-feira, 2 de março de 2011

Aconteceu*



*Ludov - Aconteceu

Essa me vem à cabeça quando a maré é boa ou quando há tempestades (isso tudo dentro de mim). Incrível.
Espero que alguém da face da terra goste.

terça-feira, 1 de março de 2011

Sentimento do dia:

Eu e um grão de areia
não fazemos
diferença alguma nesse mundo.